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Em celebração festiva, Bethânia se prepara para os 25 anos
Crédito da foto - Ana Picolli
 

Mais de 700 pessoas participaram da celebração festiva dos 23 anos de fundação da Comunidade Bethânia, na sexta-feira, 12 de outubro. Devoto de Nossa Senhora Aparecida, Pe Léo escolheu esta data para que Ela também pudesse ser a padroeira da Comunidade.
Neste ano, a comemoração de aniversário marca também a pré-inauguração da Arena Multiuso Pe Léo, carinhosamente chamada de Leozão. A construção, ao lado do Centro Educacional Juscélia (Ceju), é um lugar para acolhimento e de encontro, além de ser o espaço para os alunos praticarem suas atividades físicas.
Durante a celebração, os consagrados de Vida e Aliança também renovaram seus votos para continuarem servindo a Comunidade Bethânia no acolhimento dos filhos e filhas. 
Segundo o presidente da entidade, padre Vicente de Paula Neto, a festa do aniversário deste ano marca o início do tríduo preparatório para os 25 anos de Bethânia. “Queremos celebrar até 2020, de forma muito intensa, colocando-nos à disposição de Deus e atentos aos sinais Dele na vida de Bethânia”.
E, no dia de Nossa Senhora Aparecida, o sacerdote ressalta que entrega nas mãos materna da Santa, todos os sonhos e projetos da Comunidade Bethânia, para que Ela leve até o coração do filho Jesus. “Nos unimos a cada brasileiro e rezamos para que o Senhor possa fazer com que Sua vontade se manifeste em nossas vidas. E para nós Bethânia, a vontade do Senhor mais urgente é que continuemos a acolher cada um que vem até nós como o próprio Cristo, em especial, cada filho e filha de Bethânia, que são os leprosos do nosso tempo”.
Durante a homilia, o diácono Ideraldo Paloschi, um dos primeiros consagrados da Comunidade Bethânia, lembrou com carinho da sua convivência com o Padre Léo e tudo que aprendeu com ele. “Um dos grandes ensinamentos deixado por ele é que antes de sermos Bethânia, precisamos nos transformar em Bethânia”.
Após a Missa Festiva, os padres Vicente, Lúcio e Elinton fizeram o corte do bolo em comemoração aos 23 anos da Comunidade Bethânia. “Agradecemos a todos aqueles que trabalharam e se empenharam para que pudéssemos celebrar os 23 anos. Foi muito bonito ver a família Bethânia reunida durante uma semana no recanto São João Batista”, diz o presidente da entidade. 

Expressão do amor de Deus
A celebração dos 23 anos da Comunidade Bethânia foi muito especial, pois contou com a presença dos acolhidos, consagrados e Amigos de Bethânia, como Maria Angélica Colombo, esposa do ex-governador do Estado, Raimundo Colombo. 
Sempre presente nas ações da Comunidade, Maria Angélica afirma que Bethânia para ela representa a expressão do amor de Deus. “Este lugar faz muito mais do que acolher os filhos e filhas. Bethânia é a cura da alma de qualquer pessoa que passa por aqui”, afirma.
Marilena Cardoso Ribeiro, membro da Canção Nova de Cachoeira Paulista (SP), também participou da festa de aniversário. Mari, como gosta de ser chamada, teve a graça de conviver com padre Léo. Em 1996 ela teve o primeiro contato com o sacerdote em Balneário Camboriú. Mas foi em 1998, quando começou a trabalhar no Departamento de Eventos da Canção Nova, que teve maior convivência com Padre Léo. “Eu trabalhava com a agenda dele e foi quando tivemos uma maior aproximação. Ele era muito organizado e muito exigente. Então precisei fazer contato com a Juscélia e pedir um auxílio de como poderia trabalhar com ele”.
Mari esteve presente em dois momentos importantes da vida do fundador: falecimento de seu pai e da co-fundadora Juscélia. “Para mim, Padre Léo é a expressão maravilhosa de Deus, porém em forma humana. Ele tinha uma sensibilidade com as pessoas e isso encantava nele, porque ele percebia de longe quando a gente não estava bem”, lembra.
Estar no recanto São João Batista (SC) e participar da comemoração com Bethânia, para ela foi tocar no carisma e perceber o quanto foi inspirador para Padre Léo. “Nessa festa é possível perceber que aqui em Bethânia todo mundo é família. O abraço é muito acolhedor”.
O casal Vera e José Paulo Favaretto, 64 e 65 anos, respectivamente, de Brusque, também conheceu Padre Léo pessoalmente. “Nossos filhos estudaram no Colégio São Luiz no tempo em que era diretor. E foi ele que ensinou nossos filhos a rezarem”, conta Vera.
Apesar de não conseguir estar de forma frequente na Comunidade Bethânia, o casal diz que estar no solo fundado por Padre Léo é sentir uma paz de espírito muito grande. “Este lugar tem uma força dele que continua sendo transmitida e nos faz lembrar de quem ele era”.

 
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