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As melhores histórias das pregações de Padre Léo

Padre Léo | 10 de Julho 2019

Uma marca registrada das pregações de Padre Léo eram suas histórias engraçadas. Neste post, veja algumas das principais e o significado delas para você refletir.

As melhores histórias das pregações de Padre Léo

Em suas pregações, Padre Léo tinha uma marca registrada: contar historinhas, piadas e "causos" engraçados para descontrair. Essa era a forma dele de prender a atenção do público para, logo em seguida, abordar um conteúdo sério e evangelizador. 


Neste post, selecionamos algumas dessas saudosas histórias para você se divertir e refletir conosco. Continue a leitura e confira:


# Não compare o seu filho







Certo dia, o pai e a mãe chamaram o filho que tinha acabado de chegar da escola, pegaram seu boletim e disseram: - Filho, você poderia nos explicar uma coisa? Nós, por acaso, vimos o boletim do seu colega. Inclusive, ele é um ano e meio mais novo que você. Como você explica que ele tem notas melhores que as suas?

O menino olhou e respondeu: - É que o pai e a mãe dele são mais inteligentes!


Moral da história: Não compare o seu filho com outra pessoa, você poderá ouvir dele a mesma resposta. Cada pessoa é única no seu jeito de ser e nas suas características. Quando nos comparamos, podem acontecer duas coisas: ou me comparo com alguém inferior a mim, e aí acho que sou melhor; ou, com alguém que é superior, daí vem o complexo de inferioridade. O exemplo que devemos nos comparar é o de Jesus. \"Olharão para Aquele que foi transpassado. Porque, sendo Ele de condição divina, veio ao nível e desceu ao meu nível. Para quê? Para me revelar quem eu sou\"


# O gato de Dona Nazaré






Mamãe conta que, quando morávamos na Barra, no sul de Minas, a gente tinha em casa um gato que ela não gostava, mas também não deixava matar. Ela nunca deixava judiar dos bichinhos! Falou com papai e mandou soltá-lo 18km longe de casa, lá na ponte Santo Antônio. Uns 15 dias depois, Dona Nazaré escuta um \"miau\". Esbodegado, magro e ferido, o gato tinha achado o caminho de volta. Naquela hora, mamãe começou a chorar e disse: - Eu não gostava do gato e ele gostava de mim. Assim, ela tratou do gato e fez até uma janta especial para ele. E aí fica a pergunta: como um gato, há 18 km de distância, encontrou o caminho de casa?



Moral da história: Assim como aquele gato, nós somos levados pelo mundo para longe de Deus. Ficamos feridos, machucados, desanimados e só o caminho de volta pode nos fazer voltar a ser felizes e saudáveis de novo. 

# A moça que roía unhas

Havia uma moça que tinha o vício de roer as unhas. Um dia, ela estava em uma festa com sua colega e não parava de roer. Eis que a colega diz: - Que coisa feia você sempre roendo as unhas! A moça questiona: - Mas você também rói! A colega então, responde: - Olha só minhas unhas! Roer é a manifestação da ansiedade. Depois que eu comecei a fazer aulas de ioga e aprendi a ter autocontrole, eu não roo mais! E lá se foi a moça se inscrever na aula de ioga também. Depois de 6 meses, as duas se encontraram e a primeira coisa que a colega da moça fez, foi perguntar: - Não pode ser! Essas unhas aí são de verdade? A moça, toda orgulhosa, respondeu: - Sim, são minhas mesmo! Eu fui fazer ioga e a experiência foi ótima! Agora eu consigo roer as unhas dos pés!


Moral da história: A paz que o mundo nos proporciona é assim: treinar ioga para deixar de roer as unhas das mãos e começar a roer as dos pés. Já, a paz de Deus, nos leva a uma grande e completa transformação. Exercitar o seu espírito é tão importante quanto exercitar o seu corpo. Procure praticar sempre!

 
 
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